

Nos últimos anos, diversos países latino-americanos, como Equador e Bolívia, incorporaram, nas suas constituições, o conceito do bem-viver, que nas línguas dos povos originários soa como Sumak Kawsay (quíchua), Suma Qamaña (aimará), Teko Porã (guarani). Para alguns sociólogos e pesquisadores temos aí uma das grandes novidades no início do século XXI.
A edição desta semana da IHU On-Line, em parceria com escritório brasileiro da Fundação Ética Mundial no Brasil, busca compreender melhor a contribuição específica que trazem os povos originários para a crise civilizacional que vivemos.