Visionária, profeta e mística do século XII: é assim que a professora da Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, resume a vida de Hildegard de Bingen, um “caso único” da história da mística e da espiritualidade universais
Rabi’a al-’Adawiyya introduziu no universo sufi a concepção de amor gratuito pelo Amado. Já Teresa abriu-se para o Mistério por meio de uma vida de oração, entendida como “vida de amizade com o Amado”, explica Carlos Frederico Barboza de Souza
Maria Madalena está ligada ao que se chama de o rosto feminino de Deus. Para Salma Ferraz, “passaram-se quase dois milênios para que a Igreja Católica começasse a repensar o papel desta mulher”
Nem prostituta, nem esposa de Jesus: Maria Madalena foi a principal testemunha da Ressurreição e “uma líder feminina que entendeu a missão de Jesus melhor do que os discípulos homens”. Como a Igreja Oriental, devemos honrá-la como “a Apóstola dos Apóstolos”, defende Chris Schenk
Para Juan Martín Velasco, há uma atualidade da mística numa época de eclipse cultural e social de Deus e de profunda e massiva crise das religiões estabelecidas. Uma atualidade originada pela sede de experiência espiritual de que muitas pessoas padecem numa cultura instalada na imanência
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