Smart Drugs e o desbravamento das fronteiras do humano

De medicamentos capazes de corrigir determinados níveis de deficiências motoras ou cognitivas à busca pela superação da própria condição humana. O termo “Smart Drugs” refere-se ao uso de medicamentos destinados a algumas patologias que são utilizados na tentativa de ampliar certas capacidades humanas e produtivas. Na fronteira das discussões sobre o humano e o pós-humano, a edição da revista IHU On-Line desta semana debate o que são as “Smart Drugs” e de que forma elas são, também, um fenômeno de nossas sociedades contemporâneas.

Contribuem para as discussões Ruairidh McLennan Battleday, que integra o programa Neuroscience PhD em Berkeley, onde pesquisa neurociência e as interfaces cérebro-máquina, e Anna-Katharine Brem, neuropsicóloga, professora da Escola de Medicina de Harvard; Maria Clara Marques Dias, professora no programa de pós-graduação em Filosofia e no programa interinstitucional e interdisciplinar de pós-graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ; Ahmed Dahir Mohamed, membro do pós-doutorado e professor adjunto de Psicologia (Neurociência do Desenvolvimento Cognitivo e Afetivo) na Escola de Psicologia no campus da Malásia da Universidade de Nottingham; Marcelo de Araujo, professor de Ética da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e professor adjunto de Filosofia do Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ; e João Lourenço de Araujo Fabiano, filósofo e doutorando em Filosofia na Universidade de Oxford.