Edição 216 | 23 Abril 2007

Frases da Semana

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Síntese das frases publicadas diariamente nas Notícias do Dia no site do IHU

Anestesia
 “Lula é o anestesista-geral dos conflitos brasileiros” - Fernando de Barros e Silva, jornalista – Folha de S. Paulo, 16-04-2007.

Invisível
“Se você tem alguma coisa que precisa ser investigada com responsabilidade, não fale. Tu vais ser o que sempre foste, um homem invisível” - Yeda Crusius, governadora do RS pelo PSDB ao novo secretário da segurança pública, José Francisco MallmannZero Hora, 16-04-2007.

 “A governadora Yeda Crusius pediu que o novo secretário de Segurança, José Francisco Mallmann, seja "invisível". Grande coisa. Pelo menos um terço dos secretários de Governo já é invisível”-  Fernando Albrecht, jornalista – Jornal do Comércio, 17-04-2007.

Barbárie
 “Vivemos numa época de barbárie. Desintegra-se a civilização ocidental tal como ela vinha desde o século XV. Fukuyama tem razão, mas pelo revés: estamos no final da história, mas não por termos chegado ao topo, mas por termos chegado ao desmoronamento. Passa-se o que passou quando caiu o Império Romano, quando veio uma época de barbárie. Aqui estamos em plena barbárie” - José Luis Sampedro, escritor, escritor espanhol, 90 anos – El País, 19-04-2007.

Política de juros
"É o PAC de um lado e os juros do outro. Torcemos para que o PAC seja efetivado. Mas as taxas de juros continuarão um obstáculo” – João Sayad, economista, secretário da Cultura do governo José Serra – Valor, 18-04-2007.

"A política de juros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva é desnecessária, teimosa e inexplicável"  - João Sayad, economista, secretário da Cultura do governo José Serra – Valor, 18-04-2007.

"Manter essa política cambial custa cerca de US$ 4 bilhões por ano, pois o BC capta a cerca 8% e aplica a cerca de 4%. Se os juros fossem mais baixos, mais próximos da média internacional, reduziríamos esse custo para US$ 2 bilhões" - João Sayad, economista, secretário da Cultura do governo José Serra – Valor, 18-04-2007.

"A dívida está em níveis razoáveis. Está em trajetória de estabilidade ou decréscimo. Se ela não cai mais rápido é por causa do juro. O déficit público nominal brasileiro, da ordem de 3,5%, tem como fonte os juros. Se os juros fossem mais baixos, estaríamos em equilíbrio fiscal. É uma explicação invertida" – João Sayad, economista, secretário da Cultura do governo José Serra – Valor, 18-04-2007.

CPIs? Inócuas
“Nós nos mobilizamos para não ter CPI porque nós todos estamos cansados de saber que as CPIs são absolutamente inócuas” - Walfrido dos Mares Guia, ministro das Relações Institucionais – Valor, 20-04-2007.

Banco Central
“O BC não pode estabelecer uma política desrespeitando a definição do governo. No Estado democrático, todos entes públicos têm de prestar contas e a CAE tem instrumentos para cobrar isso” - Aloizio Mercadante, senador pelo PT – O Estado de S. Paulo, 20-04-2007.

“Voto secreto no Parlamento não é bom e é pior ainda no BC. Pessoas públicas precisam responder por seus atos” - Aloizio Mercadante, senador pelo PT – O Estado de S. Paulo, 20-04-2007.

Patrimônio
“Nossa diversidade cultural é nosso maior patrimônio. Acho que devíamos aprender a dialogar mais com nossa regionalidade. Prestar atenção, por exemplo, na moda que é feita pelo povo e para o povo. Ainda temos muito preconceito, como se a moda não fosse algo popular. Mire-se no exemplo da Feira de Caruaru, um mercado que se renova, que se sustenta e que reaproveita matéria-prima que não é usada por outros produtores” – Gilberto Gil, ministro da Cultura – O Estado de S. Paulo, 20-04-2007.

"Fazer oposição não é xingar, não é gritar, não é ameaçar. Fazer oposição é estar contra nos momentos certos naquilo que a oposição não concorda" – Tasso Jereissaiti, presidente do PSDB, após encontro com Lula, com quem discutiu o fim da reeleição – Folha de S. Paulo, 20-04-2007.

"Estão dizendo por aí que eu estou trabalhando para voltar em 2014. Mas eu nem sei se estarei vivo até lá” – Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – Folha de S. Paulo, 20-04-2007.

"Um Boeing cai todo dia no Brasil, e há um silêncio passivo, complacente, conformado, como se fosse uma inelutável praga divina" - José Vicente da Silva Filho, coronel da reserva da PM de São Paulo, diretor-executivo do Instituto Pró-Polícia e ex-secretário Nacional de Segurança Pública em 2002 – Folha de S. Paulo, 20-04-2007.

“Para mim, o importante são os fatos. Nunca se assentou tanta gente como nestes quatro anos e se investiu tanto na reforma agrária. Isto para mim é realidade. O resto são opiniões” – Guilherme Cassel, ministro do Desenvolvimento Agrário – Agência Carta Maior, 20-04-2007.

Dercy aos 100
“Ganhei dinheiro com palavrão pra caramba” – Dercy Gonçalves, artista, completando 100 anos – Folha de S. Paulo, 22-04-2007.

“Não tenho medo de falar (palavrão), porque tenho certeza de que não é palavrão. Palavrão, meu filho, é condomínio, palavrão é fome, palavrão é a maldade que estão fazendo com um colírio custando 40 mil réis, palavrão é não ter cama nos hospitais” – Dercy Gonçalves, artista, completando 100 anos – Folha de S. Paulo, 22-04-2007.

“Eu não acredito em ninguém, nem em nada. Nem papa, nem bispo, nem santo, nem Deus. Existe, meu filho, natureza. Essa força que não tem nome, tudo isso é Deus. Ao que deram nome de Deus, para mim é natureza” – Dercy Gonçalves, artista, completando 100 anos – Folha de S. Paulo, 22- 04-2007.

“Eu não acredito em sexo. Pela natureza, nós somos feitos de uma matéria ordinária, muito vagabunda, que Ele ia jogar fora, mas decidiu aproveitar para fazer a humanidade. É disso que é feita a humanidade. Se a humanidade é feita disso, nós não somos nada” – Dercy Gonçalves, artista, completando 100 anos – Folha de S. Paulo, 22-04-2007.

“A solidão te irrita, te deixa estressado, te dá mágoa. A solidão te mata. É a pior coisa que pode existir para a humanidade. É o abandono dos amigos, da família. Eu vou para a rua, porque na rua eu vejo um desastre e fico olhando, vejo um tiroteio e fico olhando... “– Dercy Gonçalves, artista, completando 100 anos – Folha de S. Paulo, 22-04-2007.

Lula e Bush X Chávez e Evo
‘Com biocombustível de um lado, petróleo e gás de outro, o fato é que Lula está demonstrando no segundo mandato que tem mais assunto e mais afinidade com os EUA do que com a Venezuela vermelha e a Bolívia incerta. Está se distanciando. Trata-se de um movimento importante, com repercussões políticas e práticas já e de longo prazo” – Eliane Cantanhêde, jornalista – Folha de S. Paulo, 22-04-2007.

“O próximo desafio será a introdução de novas idéias na esquerda, na França e em outros lugares. A globalização até agora só aconteceu na economia. Precisamos de uma globalização da democracia. Para isso, é necessário pensar no uso de novas tecnologias na política, na distribuição de informação e no desenvolvimento de um novo conceito de democracia participativa. Precisamos reorganizar as instituições de governança global” – Jacques Attali, assessor do ex-presidente François Mitterand – O Estado de S. Paulo, 22-04-2007.

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