Edição 546 | 16 Dezembro 2019

As identidades Chiquitanas em perigo nas fronteiras

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Aloir Pacini assina o artigo presente no número 292 dos Cadernos IHU ideias, intitulado As identidades Chiquitanas em perigo nas fronteiras. A ideia é abordar o “mosaico étnico chiquitano” e as relações de conflito por causa das terras indígenas. No texto, explica que “vistos como ‘estranhos’ em seu próprio território, os Chiquitanos são trabalhadores braçais em fazendas brasileiras, e muitos vivem em ‘beiras de estradas, na zona neutra da fronteira, na periferia das cidades, não permitem o cultivo da terra e isso os obriga a procurar trabalhos assalariados para garantir o sustento familiar. Somente existe trabalho em fazendas para os que não se reconhecem como indígenas.

 

Aloir Pacini possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais, graduação em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, mestrado em Programa de Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente é professor da Universidade Federal de Mato Grosso. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena (Chiquitanos, Rikbaktsa, Manoki, Apiaká, Kawaiwete (Kayabi), Boe (Bororo), Xavante, Kysedje (Suyá), Terena, Guarani, etc.), Quilombolas e Comunidades Tradicionais. Suas pesquisas focam especialmente o território tradicional.

Acesse a versão completa do artigo em PDF.

Esta e outras edições dos Cadernos IHU ideias também podem ser obtidas diretamente no Instituto Humanitas Unisinos - IHU, no campus São Leopoldo da Unisinos (Av. Unisinos, 950), ou solicitadas pelo endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Informações pelo telefone (51) 3590-8213.

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