Edição 521 | 07 Maio 2018

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Confira algumas entrevistas publicadas no sítio do Instituto Humanitas Unisinos - IHU nas últimas semanas.

Fim do acesso à gratuidade judiciária e a perversidade da reforma trabalhista

“A gratuidade da justiça constitui elemento de cidadania, que inclusive justifica a existência da Justiça do Trabalho. Trata-se de permitir acesso à justiça a quem não tem condições financeiras para isso.”

Valdete Souto Severo, doutora em Direito do Trabalho pela Universidade de São Paulo - USP, juíza do trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da Quarta Região.

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Reforma trabalhista: Menor autonomia do trabalhador sobre o tempo social, maior concentração de renda e desigualdade social


“A liberdade do contratante de demitir e recontratar imediatamente, por meio de terceirização ou do trabalho intermitente, é devastador para a classe trabalhadora brasileira, quer seja do ponto de vista da garantia da massa salarial da renda, quer seja do ponto de vista das jornadas e condições de trabalho.”

Ruy Gomes Braga Neto, especialista em Sociologia do Trabalho e professor no Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – USP.

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A democracia brasileira está 'balançando'. O crime organizado é uma das principais ameaças

“O caos urbano e a violência indiscriminada são incompatíveis com um regime de liberdades democráticas. O assassinato de Marielle Franco é uma trágica evidência neste sentido, suscitando a convicção de que o crime organizado faz o que quer, quando, como e onde quer.”

Daniel Aarão Reis, graduado e mestre em História pela Université de Paris VII e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo - USP, professor titular de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense.

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A regulação de dados pessoais e a perda de controle sobre alguns aspectos da vida

“A legislação serve para criar instrumentos para que o cidadão possa saber o que acontece com seus dados e para que ele possa negar o fornecimento de dados quando eles forem injustificados. De uma forma geral, o regulamento faz com que o processo seja mais transparente.”

Danilo Doneda, advogado, mestre e doutor em Direito Civil pela UERJ especialista em temas de proteção de dados e privacidade.

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Retirada do símbolo de identificação transgênico: da temeridade ambiental à afronta aos direitos constitucionais

“[a retirada] facilitará alocação de recursos públicos para as lavouras transgênicas, bem como a rolagem e o perdão de dívidas do agronegócio a elas associado. Beneficiará o mercado de agrotóxicos, especialmente de herbicidas, com as implicações conhecidas.”

Leonardo Melgarejo, engenheiro agrônomo e doutor em Engenharia de Produção. É vice-presidente regional Sul da Associação Brasileira de Agroecologia.

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