Edição 507 | 19 Junho 2017

Destaques On-Line

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

As entrevistas completas estão disponíveis na página do IHU

Legislação ambiental é moeda de troca na crise política
“O que travava a ampliação deles para a Amazônia? A legislação ambiental. Então, o que faz o governo? Encomenda MPs. Nesse negócio estão envolvidos prefeitos, grandes grupos, fazendeiros, os quais são todos ligados ao agronegócio”.

Mario Mantovani, geógrafo e diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica.

****

Trump, a deserção política, a bravata retórica e um tremendo 'erro' no sentido jurídico
“Não faz o mínimo sentido discutir o que poderia ser algum ‘tipo de meta condizente para os EUA’. O mais irônico é que o Acordo de Paris foi o primeiro, após 21 Conferências das Partes - COPs, que não resultou em qualquer ‘imposição’”.

José Eli da Veiga, professor sênior do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo – IEE-USP.

****
O judiciário partidário, a esquerda sem narrativa e a necessidade de criar novos instrumentos políticos
“Está claro que houve dinheiro da Odebrecht, da JBS, e que tanto a campanha da Dilma quanto a do Aécio foram campanhas de centenas de milhões de reais que só podem ser bancadas pelo poder econômico, e esse poder exige contrapartidas”.

Antonio Martins, jornalista e editor do sítio Outras Palavras.

****
EUA causam um baque nas negociações climáticas e serão um ‘elefante’ na COP 23
“O Acordo de Paris não é desigual para os EUA exatamente porque é universal e, ao mesmo tempo, quem ditou o que vai cortar, em que e quando foram os próprios Estados Unidos quando entregaram suas metas voluntárias”.

Maureen Santos, coordenadora do Programa de Justiça Ambiental da Fundação Heinrich Böll Brasil

****
Biopolítica e a nova cultura de respeito aos direitos humanos dos pacientes
“No Estado racista, alguns grupos, por critérios biológicos, como mistura de raças, são tratados de forma distintamente inferior. Sendo essa uma das funções do racismo do poder político, a de fragmentar a população, outra função é a de estabelecer uma relação entre a morte de alguns e a vida de outros”.

Aline Albuquerque de Oliveira, professora da Pós-Graduação em Bioética da Universidade de Brasília e do Curso de Especialização em Bioética da Cátedra UNESCO de Bioética

Últimas edições

  • Edição 507

    Gênero e violência - Um debate sobre a vulnerabilidade de mulheres e LGBTs

    Ver edição
  • Edição 506

    Os coletivos criminais e o aparato policial. A vida na periferia sob cerco

    Ver edição
  • Edição 505

    Giorgio Agamben e a impossibilidade de salvação da modernidade e da política moderna

    Ver edição