Edição 503 | 24 Abril 2017

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As entrevistas completas estão disponíveis na página do IHU

Política brasileira está na contramão do antropoceno

“Recentemente, no governo Dilma, a implantação de um modelo de desenvolvimento baseado na expansão do mercado interno e no consumo de massas, demonstrou a opção pelo modelo hegemônico adotado nos países mais avançados, com todos os seus problemas ambientais e sociais”.

Liz-Rejane Issberner, economista e pesquisadora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT


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A ascensão do pentecostalismo: da religião à política

“O pentecostalismo cresce ao mesmo tempo na base social e em espaços de poder, como mídia e cargos eletivos nacionais, estaduais e municipais. Sendo assim, ganham muita visibilidade, embora, em termos percentuais, sejam minoritários em relação aos católicos”.

Christina Vital Cunha, professora do Programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense.


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Valores da periferia estão mais próximos do anarquismo do que do liberalismo
“Não está muito claro que os valores identificados se associam, necessariamente, ao liberalismo. Eles podem, inclusive, ser uma nova forma de manifestação do anarquismo, que foi importante, por exemplo, no Brasil, no final do século XIX e no início do século XX”.

Marcio Pochmann, economista e doutor em Ciência Econômica.

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A perda de capilaridade social e a desafeição dos católicos. Desafios da Igreja no Brasil em tempos de Papa Francisco
“Nos dois primeiros anos do pontificado de Francisco, a maior parte da Igreja (pelo menos no Brasil) apenas fez de conta que estava em sintonia com ele, porque sua linha pastoral continuou a mesma de outros tempos”.

Pedro Ribeiro de Oliveira, doutor em Sociologia.

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A esquerda pós-PT: "Chega uma hora em que a realidade precisa vencer o medo".

“A esquerda ‘pós-PT’, num sentido fundamental, não expressa um desejo ou projeto – apenas descreve um fato futuro que tende a se realizar. A questão, claro, é que forma isto terá e até onde será capaz de chegar”.

Rodrigo Guimarães Nunes, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio.

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