Edição 498 | 28 Novembro 2016

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Confira algumas entrevistas publicadas no sítio do IHU

Feminicídio. Um crime diferente que demanda respostas diferentes

Entrevista especial com Débora Prado, jornalista do Instituto Patrícia Galvão e uma das organizadoras do Dossiê Feminicídio, que tem como finalidade “debater algumas perguntas que consideramos essenciais para desnaturalizar essas discriminações que alimentam violências”.

Publicada em 25-11-2016

A Lei 13.104/2015, a qual prevê a penalização para crimes de feminicídio, que caracteriza o assassinato de mulheres por conta da discriminação de gênero, tem como finalidade não só diminuir a “invisibilidade” desses casos, mas “dar visibilidade ao problema, conhecer melhor sua dimensão e o contexto em que ele acontece para poder embasar políticas públicas para proibir e coibir o feminicídio”, diz Débora Prado à IHU On-Line, em entrevista concedida por telefone.

Acordo de Paris é mais sólido que o de Kyoto

Entrevista especial com Pedro Telles, coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace e mestre em Estudos do Desenvolvimento pelo Institute of Development Studies, na Inglaterra.

Publicada em 24-11-2016

“A discussão sobre mudanças climáticas já atingiu um grau de importância geopolítica internacional importante, e vários países, como China, França e Brasil, se manifestaram dizendo que seguirão adiante com o Acordo de Paris. Disseram também que um retrocesso dos EUA em relação ao acordo não será bem-vindo”, diz Pedro Telles à IHU On-Line, em entrevista concedida por telefone.

A religiosidade dos pobres e a esquerda. Os preconceitos intelectuais e a indisposição para aprender com o outro

Entrevista especial com Roberto Dutra Torres Junior, doutor em Sociologia pela Humboldt Universität zu Berlin e mestre em Políticas Sociais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF. Atualmente leciona no Laboratório de Gestão e Políticas Públicas - LGPP da UENF.

Publicada em 23-11-2016

A recente eleição de Crivella no Rio de Janeiro, especialmente sua popularidade nos bairros pobres da cidade, tem trazido à tona um debate sobre o modo como a esquerda, em geral, enxerga os evangélicos. Quase todos na esquerda, diz Roberto Dutra em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, “rejeitam a adesão dos evangélicos à ‘teologia da prosperidade’ e aos ideais de autonomia e valorização do indivíduo como se isso fosse uma distorção da autêntica forma de ser e agir das classes populares”.

A novidade da Lava Jato. Ataque ao modo de reprodução do patrimonialismo mafioso e neocolonial 

Entrevista especial com Giuseppe Cocco, graduado em Ciência Política pela Université de Paris VIII e pela Università degli Studi di Padova; mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade pelo Conservatoire National des Arts et Métiers e em História Social pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne); doutor em História Social pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne). Atualmente é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e editor das revistas Global Brasil, Lugar Comum e Multitudes. Coordena a coleção A Política no Império (Civilização Brasileira).

Publicada em 21-11-2016

As prisões dos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Sérgio Cabral "têm um significado geral de que os poderosos intocáveis podem ir para a prisão, e isso inquieta muita gente. É a quebra de um tabu. 'Branco, rico e morador de bairro nobre' não vai para a prisão no Brasil. Político poderoso, ainda menos. Essas prisões não deixam de ser uma democratização. Paradoxal, mas real", diz Giuseppe Cocco à IHU On-Line, em entrevista concedida por e-mail. 

Protagonismo juvenil é pacífico e questiona políticas impostas de cima para baixo

Entrevista especial com Maria Stela Graciani, graduada em Pedagogia e mestra em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUCSP, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo – USP. Coordena os Cursos de Pós-Graduação Lato Senso de Formação em Políticas de Gestão e Segurança Pública, Pedagogia e do Núcleo de Trabalhos Comunitários, na PUCSP, onde também leciona.

Publicada em 18-11-2016

“Esse movimento que está havendo agora, de ocupação de muitas escolas, é um desdobramento do que aconteceu em São Paulo. Não analisei ainda a amplitude dessa ação, que tem um protagonismo juvenil muito avançado. Mas, pelo que pude perceber, trata-se de uma ação pacífica, amorosa, respeitosa, e não de uma ‘luta com pedradas’. Ao contrário, eles mostram que a qualidade da escola precisa melhorar para que possam se empoderar de outras concepções, seja da geografia, da literatura ou da história”, diz Maria Stela Graciani em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line.

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