Edição 493 | 19 Setembro 2016

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Redação

Confira as entrevistas publicadas entre os dias 12-09-2016 e 16-09-2016 no sítio do IHU

Uma saída pragmática, sem vestir vermelho, poderá promover grandes mudanças para a crise brasileira

Entrevista especial com Moysés Pinto Neto, mestre em Ciências Criminais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS e doutor em Filosofia nessa mesma instituição, professor no curso de Direito da Universidade Luterana do Brasil - Ulbra Canoas.

Publicada em 12-09-2016

Duas são as alternativas para a esquerda sobreviver à "derrota abissal” que sofreu no campo político: uma consiste em “caminhar politicamente para o centro”, mantendo o mesmo caminho escolhido pelo PT nas últimas décadas, e outra, ao contrário, em “livrar as pautas de transformação social da armadura identitária da esquerda e conseguir disseminá-las no centro”, sugere Moysés Pinto Neto à IHU On-Line, na entrevista, concedida por e-mail.

 

A esquerda e a “política dos dois tempos” na era da financeirização

Entrevista especial com Andrea Fumagalli, é doutor em Economia Política, professor no Departamento de Economia Política e Método Quantitativo da Faculdade de Economia e Comércio da Università di Pavia, Itália.

Publicada em 13-09-2016

Que relação existe entre a elaboração e aplicação de políticas públicas e a financeirização? Apesar dessa relação ser “implícita” e “não declarada”, as políticas públicas “estão vinculadas pela obrigação de favorecer a extensão da base dos mercados financeiros e de garantir o crescimento das mais-valias, portanto, a renda financeira”, afirma Andrea Fumagalli à IHU On-Line, em entrevista concedida por e-mail. Segundo ele, exemplos dessa subordinação das políticas públicas à financeirização podem ser vistas, na Europa, a partir das “políticas de austeridade no rescaldo da crise das dívidas soberanas”.

 

O nevoeiro persiste e as bolas de ferro nos pés nos mantêm no mesmo lugar

Entrevista especial com Luiz Werneck Vianna, professor-pesquisador na Pontifícia Universidade Católica - PUC-Rio. Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo – USP.

Publicada em 14-09-2016

A análise da conjuntura brasileira, acompanhada de um entendimento da história do país, dos elementos constitutivos do Estado brasileiro e das escolhas políticas feitas nos últimos 80 anos, fornecem os subsídios para o sociólogo Luiz Werneck Vianna apresentar alguns diagnósticos sobre o atual momento brasileiro. O primeiro deles, frisa, é o de que a crise não passou após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. O segundo é de que essa crise tem “raízes muito poderosas na história brasileira” tanto à direita, com a sustentação do patrimonialismo e das oligarquias, quanto à esquerda, “pelo seu colossal abismo diante da cena contemporânea”, diz à IHU On-Line, em entrevista concedida por telefone.

 

A nova direita brasileira surge na onda anti-PT e quer se descolar da velha direita desenvolvimentista

Entrevista especial com Camila Rocha, graduada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo – USP e mestra em Ciência Política pela mesma universidade.

Publicado em 15-09-2016

O movimento político que se convencionou chamar de a “nova direita” no Brasil vem se constituindo desde o início dos anos 2000, em fóruns de discussão na internet, nas antigas comunidades do Orkut e, hoje, nas redes sociais, e, “eventualmente, desses fóruns da internet é que saem novos militantes que participarão ou fundarão novas organizações e que participarão de partidos”, diz Camila Rocha, à IHU On-Line, em entrevista concedida por telefone.

 

A preocupação com a verdade, com a democracia e com os pobres - Desafio para uma esquerda ética e não nominalista

Entrevista especial com Giuseppe Cocco, graduado em Ciência Política pela Université de Paris VIII e pela Università degli Studi di Padova, mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade pelo Conservatoire National des Arts et Métiers e em História Social pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), doutor em História Social pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne), professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Publicada em 16-09-2016

“Não há uma saída para essa herança de quebradeira” e, portanto, no curto prazo, o programa de privatizações e concessões, ou seja, a “pauta de reformas” do governo Temer, “que são as mesmas que a Dilma estava tentando implementar”, será inevitável e “não tem como não fazê-las, porque o horizonte é que o Governo Federal passe a não pagar os servidores da União”, diz Giuseppe Cocco à IHU On-Line.

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