Edição 482 | 04 Abril 2016

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Redação

Entrevistas publicadas entre os dias 28-03-2016 e 01-04-2016 no sítio do IHU

O que está em disputa é o conceito de democracia

Entrevista com Bruno Lima Rocha, doutor e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS e Jornalismo graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.

Publicada em 01-04-2016

Na entrevista, Rocha adverte que o que “está em disputa” na crise “é o conceito de democracia”, não no mesmo sentido em que esteve nos anos 30, com “elogio ao autoritarismo”, porque “a esquerda de tradição mais autoritária não se afirma como defensora de ditadura de espécie alguma, embora sempre elogie governos mais duros desde que este projete a melhoria nas condições materiais de vida

 

"É o Congresso o câncer que está destruindo a política e impossibilitando a concertação"

Entrevista com Cândido Grzybowski, graduado em Filosofia, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ijuí, Rio Grande do Sul, mestre em Educação pela PUC-Rio e doutor em Sociologia pela Sorbonne, Paris, e diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – Ibase

Publicada em 31-03-2016

Grzybowski diz na entrevista que o “câncer” que está "matando" a política brasileira é o Congresso e não o Judiciário ou a Polícia Federal. “É o Congresso quem está destruindo a política e apelando para o Judiciário a toda hora e atropelando as decisões. A tentativa de Cunha de tentar mudar a composição dos conselhos para se beneficiar, mostra bem onde estamos. É esse jogo que está sendo feito e que acaba sendo levado ao Tribunal para desempatar a disputa”.

 

Prorrogação dos lixões: um retrocesso ambiental e social

Entrevista com Antonio Silvio Hendges, graduado em Biologia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci - Uniasselvi-SC e especialista em Auditorias Ambientais pela Universidade Candido Mendes-RJ, professor de biologia e presta assessoria em educação ambiental e resíduos sólidos.

Publicada em 30-03-2016

Segundo Hendges, a “justificativa” de prefeitos e suas entidades representativas, a qual foi aceita pelos senadores, é a de que os prazos estipulados pela PNRS, sancionada em 2010, são “curtos à adequação, insuficiência de recursos financeiros, dificuldades para a contratação de recursos humanos e quadros técnicos/gerenciais qualificados, diferenças regionais e deficiências de infraestrutura”.

 

Futuro econômico brasileiro: insistir no que deu errado ou mudar de rumo?

Entrevista com Pedro Paulo Zahluth Bastos, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, mestre em Ciência Política e doutor em Ciências Econômicas pela mesma universidade e professor do Instituto de Economia da Unicamp.

Publicada em 29-03-2016

Na entrevista, o economista faz um balanço das políticas econômicas do governo Dilma Rousseff e afirma que o futuro econômico do país está à mercê de quem “levar a batalha pelo impeachment e, se este não ocorrer, como vai se posicionar o governo Rousseff: insistir no que deu errado em todos os aspectos, ou mudar de rumo?”

 

Golpe parlamentar não pode ser confundido com impeachment

Entrevista com Luiz Moreira, graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará - UFC, mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, doutor em Direito pela UFMG e Diretor Acadêmico da Faculdade de Direito de Contagem.

Publicada em 28-03-2016

Na avaliação do advogado e professor de Direito Constitucional, “é clara a tentativa de se dar forma jurídica a um golpe parlamentar”. Contudo, esclarece, no presidencialismo “só se admite interrupção do mandato presidencial se houver crime de responsabilidade. Não havendo crime de responsabilidade, não há condições de falar em impeachment”. E conclui: “Se não houver conduta tipificada como crime de responsabilidade, não há impeachment, mas golpe”.

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