Edição 203 | 06 Novembro 2006

Frases da semana

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Síntese de frases publicadas nas Notícias do Dia do sítio do IHU

 A surra

“Bornhausen disse que gostaria de acabar com a raça do PT, mas pelo jeito eles esqueceram de procriar, porque o PFL foi praticamente extinto” – Doutor Rosinha, deputado federal – PT-PR – Folha de S. Paulo, 30-10-2006.

“Que surra espetacular levou o PFL, levado à lona no primeiro turno e nocauteado no segundo turno” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-10-2006.

Era Palocci  x Desenvolvimentismo

“Não teve era Palocci, como não tem era Guido Mantega. A política econômica do nosso governo era determinada pelo governo e, sobretudo, por mim. Nada era feito sem que passasse pela discussão comigo” – Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – Estado de S. Paulo, 31-10-2006.

“Volto a afirmar que o nome do meu segundo mandato será desenvolvimento” – Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – Folha de S. Paulo, 1-11-2006.

"O presidente Meirelles é um homem da política do Lula, é um homem do Lula"- Fernando Pimentel, prefeito de Belo Horizonte – PT – Estado de S. Paulo, 2-11-2006.

“Guido Mantega, um ministro da Fazenda que não faz parte (raridade!) do circuito Febraban-Wall Street-Washington, está sob fogo cerrado. O lobby financeiro vai tentar preservar o controle do Banco Central e, se possível, recuperar o Ministério da Fazenda. Conseguirá? Não acredito. Se o governo tiver um mínimo de firmeza e clareza de propósitos, a turma da bufunfa ficará a ver navios” – Paulo Nogueira Batista Jr., economista – Folha de S. Paulo, 2-11-2006.

“Desenvolvimentismo tem que deixar de ser palavrão” – José Serra, governador eleito de São Paulo – PSDB – O Globo, 2-11-2006.

Lula e a Doutrina Social da Igreja

"Continuaremos governar o Brasil para todos, mas dando preferência aos mais pobres" – Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – Estado de S. Paulo, 30-10-2006.

“Lula é profundamente identificado com as grandes propostas cristãs" - D. Cláudio Hummes, recém-nomeado prefeito da Congregação do Clero - blog de Paulo Henrique Amorim, 3-11-2006.

"Lula realmente se deixa orientar pelos grandes princípios da doutrina social da Igreja" -  Cláudio Hummes, recém-nomeado prefeito da Congregação do Clero - blog de Paulo Henrique Amorim, 3-11-2006.

“A política econômica se mantém conservadora, neoliberal. Mas são positivas as políticas sociais, externa, energética, educação e a repressão aos crimes de ‘colarinho branco’”- Frei Betto, ex-assessor de Lula – Clarín, 30-10-2006.

As verdades de Lembo

“Estamos vendo o fim do ciclo biológico das oligarquias nascidas com o regime militar. Já tínhamos vivido o fim político, com a democratização. Agora estamos no fim biológico”. - Cláudio Lembo, prefeito de São Paulo – PFL – Estado de S.Paulo, 31-10-2006.

“O Geraldo chegou até onde chegou por méritos próprios. Não teve ajuda de ninguém. Nem minha” - Cláudio Lembo, prefeito de São Paulo – PFL – Estado de S.Paulo, 31-10-2006.

“(Geraldo Alckmin) era o bom moço que toda sogra queria como genro. Mas depois daquele debate (o primeiro com Lula, na TV Bandeirantes), em que foi muito agressivo, virou um genro como outro qualquer. Minha impressão é que, num determinado momento, Geraldo não sabia mais o que era” - Cláudio Lembo, prefeito de São Paulo – PFL – Estado de S.Paulo, 31-10-2006.

“Lula não tem nenhum projeto radical de mudança. É um sobrevivente do povo brasileiro. Lula é a busca da raiz. Por isso tem tantos votos” - Cláudio Lembo, prefeito de São Paulo – PFL – Estado de S. Paulo, 31-10-2006.

“Lula não tem tendência a ditador. É um operário de chão de fábrica, conhece a vida de verdade. É um pequeno burguês, apenas isso” - Cláudio Lembo, prefeito de São Paulo – PFL – Estado de S. Paulo, 31-10-2006.

“A burguesia toda vai para o governo, se o Lula convidar. A burguesia faz tudo, desde que seja para sua preservação. Por isso é que sempre acaba vitoriosa. Não perde uma desde 1789. E quando perde, logo se recupera” - Cláudio Lembo, prefeito de São Paulo – PFL – Estado de S. Paulo, 31-10-2006.

Mídia e política

“A  mídia perdeu o sentimento de solidariedade com o povo. No meu tempo os jornais eram solidários com o povo brasileiro. Hoje os jornais são solidários com os banqueiros brasileiros. A verdade é essa. Não são só os jornais não. Eu vou ser mais duro: são os jornalistas. Poucos jornalistas conseguem manter um sentimento de solidariedade com o povo brasileiro” – Mauro Santayana, jornalista – Conversa Afiada, blog de Paulo Henrique Amorim, 31-10-2006.

“Não me eximo de responsabilidade, mas quero dizer que considero vocês, a mídia, culpados por boa parte dos problemas. Não há mais consciência crítica. Vivemos um mundo em que as relações comerciais predominam sobre as humanas” - Dustin Hoffman, cineasta – Estado de S. Paulo, 1-11-2006.

 

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