Edição 411 | 10 Dezembro 2012

Tropicália, contracultura e indústria cultural

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Armando Almeida

Antropofagia tropicalista devorava informações estrangeiras, em ato de canibalismo cultural, e ressignificava essas contribuições com aquilo que pode ser apontado como nossa melhor tradição, analisa Armando Almeida

“Produto e esforço de atualização de nossa história, segundo o ponto de vista de jovens barrocos baianos que a lideraram”, a tropicália não deve ser vista como algo exótico, muito menos inusitado. “O Brasil já não era tão periférico assim”, observa Armando Almeida no artigo inédito que escreveu para a IHU On-Line. Ele frisa que esse movimento foi a “mais completa tradução da contracultura entre nós”. Contudo, ressalva que tratou-se de uma manifestação de classe média alta, assim como o foi o modernismo em relação à elite intelectual paulista.

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, Armando Ferreira de Almeida Júnior é mestre em Economia Rural pela Univesidade Federal da Paraíba – UFPB, e doutor em Cultura e Sociedade pela UFBA com a tese A contracultura e a política que o Ilê Aiyê inaugura: relações de poder na contemporaneidade. É consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação Ciência e Cultura – UNESCO.

Confira o artigo.


A tropicália, além das questões estéticas, mais próximas aos conceitos de beleza artística e literária, foi a mais completa tradução da contracultura entre nós. Não foi a única, mas foi a mais significativa. Principalmente porque revolucionou a cultura brasileira, mobilizando grandes massas. As afinidades eletivas entre as duas já chamam a atenção de alguns estudiosos faz muito tempo . Estética e política foram inseparáveis naqueles anos.

As principais lideranças da tropicália tornaram-se grandes expressões da crítica comportamental. Ela é contemporânea de novas formas ocidentais de fazer política.
Os anos mais efervescentes da contracultura (entre 1967 e 1969), quando ela se mostra mais nitidamente para a grande massa, são exatamente os anos da tropicália. Quando ela nasce, cresce e morre, segundo seus autores. Isso não acontece por mera coincidência. Havia entre elas uma sintonia fina. São produtos de uma época global. O que os jovens americanos trouxeram para debate naqueles últimos anos da década de 1960, embalados pelo rock ’n’ roll e ilustrados pela pop art e o psicodelismo combinava com os anseios de amplas massas urbanas de grandes cidades do mundo ocidental. Em vários aspectos afinava-se com um novo pensamento de esquerda, crítico ao comunismo ortodoxo e preocupado com as liberdades sexuais e comportamentais. A tropicália é expressão brasileira do “turn pointing” de uma época.
Foram muitas as invenções e traduções da contracultura pelo Ocidente afora. No Brasil a tropicália foi uma dessas. Em 1968, em especial, entrávamos na fase mais dura da ditadura militar que resistiria por mais de 20 anos. A despeito de tudo isso, tal contexto não impediu que no Brasil florescessem movimentos estético-políticos como a tropicália, e que aquelas inquietações que marcaram o Ocidente no final dos anos 1960 e início dos anos 1970 deixassem de contaminar grande parcela da juventude local, tornando-se quase uma marca da juventude desta década também no Brasil.

No centro desta transformação está o novo papel que a cultura – representada sobretudo por uma radical mudança de valores e costumes – passa a ocupar no território da política. A contracultura, a tropicália e muito do que se identifica como pós-moderno são expressões desta mudança.

Tropicália é produto e esforço de atualização de nossa história, segundo o ponto de vista de jovens barrocos baianos que a lideraram. Não é algo exótico, muito menos inusitado. O Brasil já não era tão periférico assim. Já tinha um “Parque industrial”  montado. Eles estavam atendendo às exigências que nossa melhor tradição lhes impunha. A antropofagia os unia. “Socialmente. Economicamente e Filosoficamente”, como diria Oswald de Andrade.

As redes de informação que começavam a se agigantar a partir daqueles anos terminariam por alterar a lógica das relações entre centro e periferia. As fronteiras passam a ser mais tênues, indefinidas e cambiantes. O planeta passava então a se compartilhar culturalmente como nunca havia acontecido. Naqueles anos o mundo se conectava via satélite, as grandes redes de televisão se expandiam, já anunciando a globalização. Estava também começando o poderio cultural, econômico e político da Rede Globo de Televisão no Brasil. Em 1970 pudemos assistir à Copa do Mundo instantaneamente. Um ano antes havíamos visto as imagens do homem chegando à Lua. Em 1972 já tínhamos TV colorida. Naquela altura, mais da metade de nossa população já morava nas cidades . Tínhamos definitivamente deixado de sermos rurais.


Projeto de brasilidade anti-ufanista

Além disso, a tropicália surge em plena ditadura militar. Não apenas contra ela. Uma atitude política assumida através da música popular, comprometida com o meio urbano, com a universalização de seus valores e contra autoritarismos de um modo geral. Apropria-se de patrimônios culturais universais para realizar uma intervenção no campo cultural, deliberadamente em desacordo com os modelos estético-políticos idealizados pelas esquerdas de então, e ao mesmo tempo muito marcada por uma forte insatisfação quanto à nossa realidade social.

Já vivíamos em uma aldeia global. O rock ’n’ roll internacionalizou-se rapidamente, foi a música daquele tempo. Os tropicalistas se apropriaram e absorveram este patrimônio cultural, reprocessando-o de acordo com nossas circunstâncias e nossas ferramentas. Posicionando-nos no curso da história. Colocaram o rock dentro do enorme caldeirão de estilos musicais brasileiros, incorporando-o e criando novos formatos.
Ao mesmo tempo a tropicália foi um movimento antiufanista que teve a coragem de enfrentar anacronismos e nacionalismos populistas; o gosto estabelecido, o maniqueísmo antiamericano dos que também faziam oposição ao regime militar e que mantinham reservas elitistas em relação à cultura de massa e à indústria cultural. Isso foi feito sem idealizar o outro e sem glorificar o nosso, expondo um Brasil cheio de contrastes a cada canção. Para isso a tropicália processou antropofagicamente aquele momento e várias das dimensões libertárias que a contracultura americana pôs em discussão, identificando, digerindo e traduzindo aquilo que dela cabia em nosso contexto, assumindo também muito de seus desafios. Em nome de um Brasil sincrético, ao mesmo tempo internacional, arcaico e futurista. Ao contrário do que a palavra levava a crer, ao tropicalismo interessava ressaltar o lado internacionalizante da cultura urbana ocidental (VELOSO, 1997). Ele fundia nacional com internacional. Foi um posicionamento brasileiro enquanto terceiro mundista , de maneira extremamente crítica a si próprio, enquanto país com altos níveis de desigualdade social e que vivia sob uma ditadura militar. Realidade bem diferente da americana e europeia, mas nem por isso menos complexa.
Foi também um projeto de brasilidade, que ia na contramão de um Brasil homogêneo, idealizado por ufanismos. Uma das mais fortes motivações da atitude tropicalista, sem sombra de dúvida, está relacionada a um firme posicionamento contrário a certo nacionalismo estético e cultural predominante, sobretudo na intelligentizia brasileira, para quem – por sinal – mais se dirigiram as críticas dos tropicalistas. Preocupações bem menos presentes na maioria da população, diga-se de passagem. A tropicália foi um movimento de classe média e média alta, como foi o modernismo um movimento da elite intelectual paulista. Eram todos jovens universitários em certo sentido. Como eram também aqueles que estavam comprometidos com as canções de protesto cepecistas e os festivais da canção. Ambos disputavam uma fatia de mercado na emergente indústria cultural brasileira. Buscavam uma hegemonia cultural e defendiam uma ideia de Brasil na mídia.


Canibalismo cultural

Na base desta discussão está um conceito de identidade cultural. A busca de uma “autenticidade” provocada pelo conflito entre inovação e tradição. Uma antiga e nova questão, presente desde que o Brasil passou a pensar-se como nação. É esta, pois, a questão central do movimento antropofágico de Oswald de Andrade: a bossa nova, a poesia concreta e o tropicalismo são ícones contemporâneos, incontestáveis produtos made in Brazil, são expressões de uma mesma atitude diante da arte e da cultura. Uma atitude antropofágica de quem devora (para ser fiel à metáfora) a informação estrangeira, num ato de canibalismo cultural, sem imitá-la, tirando o que dela pode melhor contribuir para o que fazemos, unindo-a a nossa melhor tradição, e criando com isso algo novo, voltado para o Brasil de hoje, reinventando-se e sendo capaz de competir no mercado de igual para igual, e de ser exportado ao mesmo tempo. A tropicália era um projeto de modernização do Brasil, dntro de um espírito universalista, em diálogo com seus contemporâneos. Era uma expressão de seu tempo.
Assim se expressou sobre o assunto Caetano Veloso em suas memórias reflexivas, seu livro Verdade tropical: “Os pruridos nacionalistas nos pareciam tristes anacronismos. Ao mesmo tempo, sabíamos que queríamos participar da linguagem mundial para nos fortalecermos como povo e afirmarmos nossa originalidade” (1997, p. 292). Sob esse aspecto, a eficácia da música popular brasileira é incontestável. Ela é uma parte do Brasil que deu certo. Nunca precisou de reserva de mercado. Tem convivido com a música de outros países e regiões de igual para igual, interagindo, incorporando e estilizando.
Muito cedo os tropicalistas referenciaram-se em Carmem Miranda. Não apenas pelo que ela expõe de um Brasil estereotipadamente sensual, alegre e colorido, como diria Caetano, mas também como símbolo da aceitação do desafio de atuar por dentro da cultura de massa. Coerentemente, a tropicália foi também um posicionamento no mercado. Os tropicalistas não se intimidaram diante da indústria cultural. Ao contrário, montaram uma estratégia para atuar dentro dela. Certos de que nela poderiam ter uma margem de manobra para provocar uma reflexão sobre o Brasil, e fazer história. Estavam deliberadamente com as massas.
O sucesso foi muito bem planejado. Sabiam que tinham que ser de massa para fazerem vingar seus projetos. Como todos os que se aventuram pelo mundo do show business, precisavam do sucesso. Só assim poderiam transformar quantidade em qualidade, como fizeram. Não tinham medo do mercado, como se vê. Não era outra coisa o que também almejava Oswald de Andrade: conquistar o consumo de massa com o biscoito fino que fabricava, rompendo explicitamente com a contradição entre ser de qualidade e ser de massa. Um posicionamento totalmente contrário ao da Escola de Frankfurt, aliás, para quem a indústria cultural a tudo degrada. Contraditoriamente, ou não, a contracultura que renega a sociedade de consumo se expande através dela. Cada uma das tribos urbanas que por ela se organiza, também intermediadas pelo mercado, toma forma, muitas vezes, de nicho que não só padroniza, mas também customiza.


Destruição das fronteiras

Os tropicalistas sabiam que iriam enfrentar os mais poderosos formadores de opinião do país, e a academia, todos portadores de uma consciência para o povo e empenhados em “preservar a pureza das tradições nacionais”, o que quase sempre o faziam naturalizando nosso subdesenvolvimento, compreendido como parte de nosso caráter .
Eles sabiam exatamente o tamanho da confusão que causariam ao saírem determinados em defesa do pop internacional, e de um iê-iê-iê nacional. Havia entre os tropicalistas o compromisso de dar um passo além da bossa nova, de seguir criticamente sua “organicidade evolutiva” , inspirados em sua antropofágica lição, fiéis a uma tradição que marca a atitude de nossos compositores populares em várias épocas. Há muito tempo misturamos chiclete com banana. De modo que, o que Caetano disse sobre a bossa nova se encaixa perfeitamente sobre o que nós poderíamos dizer sobre a tropicália: “significa violência, rebelião, revolução e também olhar em profundidade e largueza, sentir com intensidade e coragem, querer com decisão” (2005, p. 47). Aliás, acaba de assim dizer também em uma de suas mais novas canções: “A bossa nova é foda” (2012).
Eles sabiam que uma forte presença no mercado faria a diferença. O disco manifesto fez declaradamente parte de uma estratégia de lançamento do grupo (VELOSO, 1997, p.147). Em sua contracapa esta preocupação e determinação estão explicitadas através de uma suposta entrevista que deixa claro saber tratar-se de um produto destinado ao mercado. Uma mercadoria mudando sensibilidades e atitudes, esta era a prova dos nove do que se queria. As capas foram também revolucionárias, um capítulo à parte, aliás. Afinal, elas são a embalagem do produto disco. A primeira impressão que dele terá o consumidor. Esta dessacralização da obra artística que os tropicalistas promovem reduz fronteiras culturais entre classes sociais; a exemplo do que fizeram os Beatles, destruindo fronteiras entre a alta cultura e a cultura de massa. Sem concessões à qualidade, pode-se dizer que a tropicália alterou valores e comportamentos através do mercado. Aproximou o erudito do popular de uma maneira muito original. Através do mercado os tropicalistas promoveram a convivência com a pluralidade de estilos, destruindo hierarquias e desrespeitando fronteiras entre classes sociais, e entre níveis de educação (CAETANO, 1997). Tal qual beats e hippies, os tropicalistas também valorizam as margens da cultura letrada.

O pop, a urbanidade e a industrialização, muitas vezes, se confundem. Jorge Mautner em entrevista concedida ao jornal O Bondinho, ao ser questionado sobre a industrialização da contracultura como algo que lhe retirava a pureza e a autenticidade, que a contaminava pelo alto consumo, se posiciona considerando inocente tal ponto de vista. Isso porque, na base desta discussão está uma pretensão de “neutralidade” do produto artístico, imaculado, único, monolítico e autônomo, com uma aura que se esvai quando massificado. Um ponto de vista que não enxerga estarmos cercados por uma sociedade de consumo, que a tudo absorve e integra, e que quando costumes e linguagens passam a ser por ela adotados isso só pode significar uma vitória, pois que representa a infiltração de outra cultura sobre aquela que é dominante, dando-lhe outro colorido (CARDOSO, 2008). Esta é uma sutileza da batalha que se dá no campo da cultura. Nunca se a conquista em todos os níveis. Sempre representa um pacto, a formação de um consenso social. Por isso é uma questão de hegemonia, por isso é cultural. Dito de outra maneira, seu resultado desloca o “contrato social” vigente, impregnando-o de novos sentidos para a vida. Uma compreensão que contrasta totalmente com a ideia de algo cooptado e diluído pela ideologia dominante  que não enxerga o processo histórico e o nível da negociação política que lhe dá legitimidade.
A radicalidade contracultural dos tropicalistas vai crescendo aos poucos como pano de fundo. Ao lado da crítica estética que os tropicalistas realizavam com suas obras, a crítica comportamental vai neles tomando uma dimensão ainda maior, se agigantando e tornando-se mais visível, sobretudo na fase pós-tropicalista especialmente de Caetano Veloso e Gilberto Gil.


Programa utópico

O engajamento muda de cor, provocando hostilidades de todos os lados e ameaçando convenções opressivas. Está em jogo outra relação da arte com a política. Outra militância. O desatrelamento das práticas políticas vigentes não significou “distanciamento do engajamento”. Em realidade, a arte participante agora passa a ser de outra qualidade, e para outro desenho de público.
Para a esquerda mais tradicional, questões de sexo, religião, raça, relações homem/mulher e relações homem/natureza eram questões menores. Algumas, em parte, continuam sendo menores para esta esquerda. Ou, muitas vezes só não o são de fachada, isto é, para manter as aparências. São questões que avançaram tanto em um âmbito mais geral que chegaram a tornar politicamente incorreto não reconhecer suas pertinências. Entretanto, ainda há muito até que esta institucionalização se culturalize, para que supere o universo formal e faça naturalmente parte de nossas rotinas a assunção de outro comportamento sobre aquelas questões. O que significa dizer, em última instância, até que sejam incorporadas culturalmente. É precisamente nesse território, no da mudança de comportamento, sensibilidade e visão de mundo através dos grandes meios de comunicação de massa que os tropicalistas e pós-tropicalistas foram e têm sido mais eficazes em suas ações estético-políticas.
A contracultura foi também para o tropicalismo uma maneira de enfrentar a ditadura, como o foi para várias áreas da vida social e artística, e para muitas tribos urbanas no Ocidente. A proliferação da chamada imprensa alternativa, nanica, underground e marginal atestam esta diversidade.

Bom poder fechar citando Caetano fazendo uma síntese sobre o assunto aqui em questão: contracultura, tropicalismo e indústria cultural. A citação abaixo foi retirada de um artigo-depoimento que ele encaminhou para publicação na Folha de S.Paulo, em 21 de outubro de 1993, e que posteriormente veio a ser incluído em uma coletânea de textos seus:
“Queríamos acabar com a hipocrisia, ampliar o campo de percepção, reencontrar a dimensão espiritual em nossa época de grandes massas, salvar o mundo. Queríamos arte de vanguarda na indústria do entretenimento e hábitos alimentares ao mesmo tempo mais artificialmente criados e mais racionalmente naturais. Queríamos radicalizar as conquistas democráticas, romper as barreiras convencionais entre os sexos, as classes sociais e os graus de cultura e também entre as diferentes culturas e entre faixas etárias, para atingir um individualismo pluralista nuançado dentro do mais generoso espírito comunitário.
O neo-rock ’n’ roll inglês e o maio francês, o tropicalismo brasileiro, o popismo nova-iorquino e o hippismo californiano – todos participaram desse clima de ideias. Esse programa utópico traria problemas, perderia a medida do possível e encontraria reações violentas e/ou obstinadas que fatalmente o levariam a uma retração. Eu, pessoalmente, com toda a luta para manter a lucidez e o poder de julgamento sobre tais ambições e os métodos intuídos para tentar levá-las a cabo, nunca me senti inclinado a abrir mão do essencial desse ideário”. (VELOSO, 2005, p. 276)



Referências Bibliográficas

CAMPOS, Augusto de. O balanço da bossa e outras bossas. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1974. 357p. (Coleção debates, 3)

CARDOSO, Jary. Entrevista com Jorge Mautner. In: JOST, Miguel; COHN, Sergio (Org.). Entrevistas Bondinho. Rio de Janeiro: Beco do Azouge, 2008.

DUNN, Christopher. Brutality Garden: Tropicália and the emergence of a brazilian counterculture. London: Chapell Hill; The University North Carolina Press, 2001.

FAVARETTO, Celso. Tropicália, alegoria, alegria. 3.ed. Cotia: Ateliê Editorial, 2000. 185p.

HOLLANDA, Heloísa Buarque. Impressões de viagem – CPC, vanguarda e desbunde: 1960/70. São Paulo: Editora Brasiliense, 1980.199p.

SANTIAGO, Silviano. A permanência do discurso da tradição no modernismo. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 1989. p. 94-123.

VELOSO, Caetano. Alegria, Alegria. Rio de Janeiro: Pedra Q Ronca, 1977.

______. Utopia 2. Folha de S. Paulo, 25 out. 1994. Caderno 6, p.12.

______. Verdade tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

______. O mundo não é chato. Organizado por Eucanaã Ferraz. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

Últimas edições

  • Edição 531

    Etty Hillesum - O colorido do amor no cinza da Shoá

    Ver edição
  • Edição 530

    Missões jesuíticas. Mundos que se revelam e se transformam

    Ver edição
  • Edição 529

    Nietzsche. Da moral de rebanho à reconstrução genealógica do pensar

    Ver edição