Edição 407 | 05 Novembro 2012

Editorial

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Redação

Nesta semana realiza-se, na Unisinos, de 7 a 9 de novembro de 2012, a quarta edição dos Encontros Nacionais do GT História das Religiões e Religiosidades (GTHRR-ANPUH), com o tema Memória e Narrativas nas Religiões e Religiosidades.

 

Por ocasião do evento, a revista IHU On-Line desta semana, debate os rumos que as religiões e as religiosidades vêm assumindo no Brasil e do exterior. A compreensão dos elementos religiosos, de suas práticas, dos objetos e objetivos das crenças e devoções notabilizam-se como vetores para a própria prática cidadã, ao valorizar expressões diversas em suas especificidades e significados para os fiéis.  

Participam do debate, pesquisadores e pesquisadoras que estarão nesta semana, aqui no nosso meio. 

O professor da USP, Adone Agnolin, analisa os resquícios do encontro catequético e ritual nos séculos XVI a XVII.

O professor e pesquisador da Universidade Federal de Uberlândia, Cairo Mohamad Ibrahim Katrib, constata que as religiosidades são uma expressão da dinamicidade cultural brasileira.

O teólogo e professor na Universidade Federal de Juiz de Fora, Faustino Teixeira, reflete sobre o sufismo e a mística do Islã.

A professora Mara Regina do Nascimento, também da Universidade Federal de Uberlândia, aborda as formas de viver e as práticas rituais do morrer em diferentes religiões e épocas.

O sociólogo e professor na PUCRS, Ricardo Mariano, descreve a instrumentalização recíproca entre religião e política.

O professor da PUC-SP, Pedro Lima Vasconcellos, destaca que os modos de conceber a vida e de fazê-la acontecer no cotidiano não coincidem automaticamente com aquilo que querem determinar para ela as instituições políticas, sociais e religiosas.

O historiador e professor da Universidade Federal Fluminense, Ronaldo Vainfas, constata que “o fator religião parece cada vez mais vivo”.

O antropólogo e professor da Universidad de Buenos Aires, Pablo Wright, afirma que as instituições históricas religiosas são herdeiras da modernidade predominante no Ocidente. 

Completam este número mais duas entrevistas e dois artigos.

O teólogo jesuíta Roger Haight discute a necessidade de um novo Concílio. Por sua vez, o filósofo e linguista búlgaro Tzvetan Todorov aponta que messianismo, neoliberalismo e populismo, engendrados dentro da própria democracia, são três dos perigos à sua espreita. 

O artigo de Cesar Sanson, professor de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, sintetizando a análise de conjuntura publicada pelo sítio do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, analisa o resultado das recentes eleições brasileiras. 

Adilson Cabral, professor do Departamento de Comunicação Social e do Programa de Pós-graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense, propõe levar adiante o debate do conceito de multiplicidade da oferta, trabalhado por Valério Brittos por tantos anos em seus textos.

A todas e a todos uma ótima semana e uma excelente leitura!

 

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