Edição 385 | 19 Dezembro 2011

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Redação

Entrevistas especiais feitas pela IHU On-Line e disponíveis nas Notícias do Dia do sítio do IHU (www.ihu.unisinos.br) de 13-12-2011 a 16-12-2011

“Belo Monte é o símbolo do fim das instituições ambientais no Brasil”
Entrevista especial com Biviany Rojas Garzon, advogada e cientista política
Confira nas Notícias do Dia de 13-12-2011
Apesar de o artigo 6 da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho – OIT garantir o direito à consulta prévia aos povos indígenas sempre que alguma medida legislativa ou administrativa afetá-los, o acordo não está sendo cumprido pelo governo federal brasileiro.

Código Florestal: “a implementação da lei será complexa”
Entrevista especial com Raul do Valle, advogado especialista em meio ambiente
Confira nas Notícias do Dia de 14-12-2011
Na avaliação de Raul do Valle, o novo texto do Código Florestal, aprovado na semana passada pelo Senado, irá gerar insegurança jurídica em vários aspectos.

COP-17: um compromisso político
Entrevista com Maureen Santos, formada em Relações Internacionais, pela Faculdade Estácio de Sá, e mestre em Ciência Política, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Confira nas Notícias do Dia de 15-12-2011
O compromisso político firmado entre os países que participaram da 17ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (ou COP-17), em Durban, demonstra que “ainda existe uma esperança em relação a esse espaço multilateral de discussão”, avalia Maureen Santos.

A UPP não convence a juventude da periferia
Entrevista especial com Julio Ludemir, jornalista e autor de Sorria, você está na Rocinha (São Paulo: Record)
Confira nas Notícias do Dia de 16-12-2011
Depois de dez anos sem frequentar a Rocinha, o escritor Julio Ludemir voltou a um dos cenários de suas histórias e pode observar um contexto diferente ao caminhar com tranquilidade e segurança pelas ruas da favela. O poder paralelo deixou de operar, mas os traficantes continuam sendo atores políticos minoritários. Apesar da pacificação, ressalta, as pessoas ainda têm medo e “este fantasma de que o tráfico pode voltar depois de 2016 permanece na cabeça de todo mundo”.

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