Edição 280 | 03 Novembro 2008

Editorial

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IHU Online

Lutero. Reformador da Teologia, da Igreja e criador da língua alemã

No início do século XVI, o monge alemão Martinho Lutero, abraçando as idéias dos pré-reformadores, proferiu três sermões contra as indulgências. Em 31 de outubro de 1517, foram pregadas por ele as 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, com um convite aberto ao debate sobre elas. Esse fato é considerado como o início da Reforma Protestante.

Lutero foi o reformador da teologia e da Igreja e, desta maneira, pode ser considerado como o pai da modernidade, além de criador da língua alemã que, depois, Goethe modernizou.

Quando se inicia a “Década de Lutero”, preparando a celebração dos 500 anos da Reforma, tendo como lema “Lutero 2017 – 500 anos de Reforma”, a IHU On-Line entrevistou pesquisadores e pesquisadoras da vida e da obra de Lutero. Contribuem no debate Martin Dreher, teólogo, historiador, pastor e professor na Unisinos; Peter Johann Mainka, professor de História Moderna na Universidade de Würzburg; Wilhelm Wachholz, professor da Escola Superior de Teologia – EST e secretário-geral da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião (ANPTECRE); Vítor Westhelle, professor na Escola Luterana de Teologia de Chicago, Ricardo Rieth, professor no PPG de Teologia na EST; Darci Drehmer, pastor e editor da Comissão Interluterana de Literatura – CIL; Gisela Streck, professora da EST; Vanderlei Defreyn, doutorando na Universität Würzburg, Alemanha; Fulvio Ferrario, professor na Faculdade de Teologia de Roma; e Márcio Gimenes de Paula, professor de filosofia na Universidade Federal de Sergipe.

Jürgen Moltmann, importante teólogo do século XX, protestante, antes de viajar para o Brasil, onde esteve na semana passada, concedeu uma entrevista à IHU On-Line, falando sobre os desafios da neurociência para a Teologia, e Vicente Pleitez, físico da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (Unesp), comenta a importância e o significado da concessão do Prêmio Nobel de Física, neste ano, a Yoichiro Nambu, japonês naturalizado americano, e à dupla japonesa Makato Kobayashi e Toshihide Maskawa, pelas suas pesquisas sobre o funcionamento das quebras de simetria de partículas. Para Pleitez, “a física de partículas é uma área de fronteira. Hoje, ela é o que a física nuclear era na década dos anos 1930”.

Vários poemas inéditos do poeta paraibano Linaldo Guedes também são publicados nesta edição.

A todas e todos uma ótima leitura e uma excelente semana!

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