Edição 255 | 22 Abril 2008

“O nome da rosa”: um olhar sobre o capitalismo

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Bruna Quadros

O CEPAT abre a programação com a exibição do filme O nome da rosa, cujo título original é The name of the rose, de Jean-Jacques Annaud, no dia 26 de abril.

Desde a Baixa Idade Média, período que iniciou no século XI e seguiu até o século XV, um novo formato de economia passou a organizar as sociedades: o capitalismo. Este novo modelo, que pôs fim ao feudalismo, provocou transformações na esfera econômica, como a projeção das classes burguesas e fomento comercial. Para analisar o reflexo deste novo conceito de sociedade, o Centro de Apoio e Pesquisa aos Trabalhadores (CEPAT) promove o evento O capitalismo visto pelo cinema. Identificar os códigos usados em cada um dos filmes que serão exibidos, estabelecendo uma relação à compreensão científica do capitalismo, além de relacionar o desenvolvimento do capitalismo com as atuais formas de organização econômica e social, são alguns dos objetivos dos debates.

O CEPAT abre a programação com a exibição do filme O nome da rosa, cujo título original é The name of the rose, de Jean-Jacques Annaud, no dia 26 de abril. O debate sobre a obra conduzido pela economista Luzia do Rocio Pires Ramos, no Sindicato dos Engenheiros – SENGE/PR, das 08h30min às 12h30min. O evento é promovido em parceria com o Instituto Humanitas Unisinos – IHU.

Para saber mais...

A temática do filme O nome da rosa gira em torno de estranhas mortes começam a ocorrer num mosteiro beneditino localizado na Itália, durante a Baixa Idade Média, onde as vítimas aparecem sempre com os dedos e a língua roxos. O mosteiro guarda uma imensa biblioteca, a qual poucos monges têm acesso às publicações sacras e profanas. A chegada de um monge franciscano, interpretado por Sean Connery, incumbido de investigar os casos, irá mostrar o verdadeiro motivo dos crimes, resultando na instalação do tribunal da santa inquisição.

Últimas edições

  • Edição 545

    Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

    Ver edição
  • Edição 544

    Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

    Ver edição
  • Edição 543

    Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

    Ver edição