Edição 279 | 27 Outubro 2008

Editorial

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

IHU Online

Morte. Resiliência e fé

“A resiliência humana provém de analogia com a resiliência dos materiais que acumulam força enquanto são pressionados e ‘entortados’, podendo reagir com mais energia depois”, afirma Luiz Carlos Susin. Por sua vez, constata Martin Dreher, “no calendário litúrgico luterano, o dia de comemorar os mortos, originalmente, era o último domingo do ano eclesiástico, designado de “domingo da eternidade”; era o dia de lembrar aqueles que Deus já chamara par junto de si. No Brasil, a forte tradição católico-romana fez com que também luteranos e outros cristãos passassem a visitar os túmulos dos que foram antes de nós, em 2 de novembro”.

Trabalho de luto, ortotanásia, resiliência e a importância da fé são alguns dos temas abordados nesta edição. Segundo Sofia Cristina Dreher, “se levamos vinte anos para nos tornarmos alguém e aprendermos a dar os primeiros passos no exercício de amar, deveríamos também ter vinte anos para nos prepararmos para a morte, para a perda”.

Além dos teólogos Luiz Carlos Susin e Martin Dreher, contribuem na reflexão sobre o tema, o sociólogo holandês Stefan Vanistendael, a psicóloga argentina Laura Yoffe, a musicoterapeuta Sofia Cristina Dreher, a psicóloga Maria Helena Franco e o jornalista e historiador Fábio Steyer.

Na semana em que se celebra a Reforma, o Prof. Dr. Ricardo Willy Rieth proferirá, na próxima quinta-feira, na Unisinos, numa promoção do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, a conferência Lutero: contribuições para a economia, a ética e a sociedade. Sobre o tema, ele fala na entrevista publicada nesta edição.

Também nesta semana, será inaugurado o escritório brasileiro da Fundação Ética Mundial, no Instituto Humanitas Unisinos – IHU. Uma entrevista com Karl-Josef Kuschel, teólogo e vice-presidente da Fundação Ética Mundial – Weltethos Stiftung, poderá ser lida nesta revista.

Por sua vez, o poeta mineiro Fabrício Marques enviou dois poemas inéditos, “Os sinos” e “Fôlego-fátuo”.

A todas e todos uma ótima leitura e uma excelente semana!

Últimas edições

  • Edição 551

    Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

    Ver edição
  • Edição 550

    Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

    Ver edição
  • Edição 549

    Caetano Veloso. Arte, política e poética da diversidade

    Ver edição