Pesquisador da obra de Charles S. Peirce, Rodrigo Almeida explora os fundamentos para a máxima pragmática e reflete sobre suas dimensões lógica, ontológica e metafísica
A pesquisadora Priscila Borges aborda a importância da compreensão complexa dos processos semióticos em relação para que a análise não se limite à catalogação de signos
Fernando Andacht afirma que a ideia da proliferação arbitrária de signos dialoga mais com o construtivismo de William James do que com o pragmaticismo de Peirce
“Os processos vitais são essencialmente semióticos. Não só a semiose acontece em toda a biosfera, como parece ser uma condição para o fenômeno da vida”, afirma Anderson Vinícius Romanini
Nascido em Cambridge, Massachussetts, em 1839, Charles Sanders Peirce foi um filósofo, cientista e matemático. A cidade é o lar das Universidades de Harvard e do MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Foi na Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard que ele graduou-se em Química, área em que atuou durante quase três décadas. Na mesma universidade conheceu William James, amigo e importante pensador construtivista – com quem romperia anos mais tarde devido à controvérsias envolvendo o pragmatismo. Filho de um influente astrônomo e matemático, Peirce guiou seu trabalho por estes ramos, trabalhando em diversos institutos e entidades de pesquisa até que em 1879 foi indicado como professor de Lógica na Johns Hopkins University.
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