Edição 199 | 09 Outubro 2006

“Ah! Não vai dar nada!...” Patologias da responsabilidade e delírio de autonomia na pós-modernidade

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

IHU Online

Quarta com Cultura Unisinos

Expressão bastante ouvida nos últimos anos, “Ah! Não vai dar nada!...”, guarda um sentido muito mais sério do que se pode supor. É o que afirmou o filósofo e psicanalista Mario Fleig em entrevista por e-mail à IHU On-Line edição 185, de 19-06-2006, que pode ser conferida na página do IHU, www.unisinos.br/ihu sob o título O declínio da responsabilidade. Nessa oportunidade, ele adiantou aspectos do IHU Idéias que conduziu em 29-06-2006 chamado Ah! Não vai dar nada!... Patologias da responsabilidade e delírio de autonomia na pós-modernidade.

A importância do tema suscitou o Quarta com Cultura Unisinos de 11-10-2006, marcado para as 19h30min no Shopping Bourbon Country, na Livraria Cultura, em Porto Alegre, e que aborda novamente esse tema. A atividade serve como preparação para o Simpósio Internacional O futuro da autonomia. Uma sociedade de indivíduos?, a ser realizado de 21 a 24 de maio de 2007, na Unisinos. Já foram confirmaram sua participação, entre outros, Charles Melman, psicanalista francês, Gianni Vattimo, filósofo italiano, Paul Valadier e Jean-Claude Monod, filósofos franceses e o antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro.

Fleig é professor do curso de Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos e membro da Associação Lacaniana Internacional. Graduado em Psicologia pela Unisinos e em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, é mestre em Filosofia pela UFRGS, com a dissertação Os esquemas horizontais em Ser e Tempo, doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com a tese O tempo é a força do ser – Lógica e temporalidade em Martin Heidegger, e pós-doutor pela Université de Paris XIII (Paris-Nord), França, em Ética e Psicanálise. A edição 150 da IHU On-Line, de 8-8-2005, entrevistou Fleig sob o título As modificações da estrutura familiar clássica não significam o fim da família. Mais recentemente, na edição 179, de 8-5-2006, Fleig concedeu a entrevista Freud e a descoberta do mal-estar do sujeito na civilização.

 

Últimas edições

  • Edição 542

    Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

    Ver edição
  • Edição 541

    Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

    Ver edição
  • Edição 540

    Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

    Ver edição