Edição 545 | 18 Novembro 2019

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Confira algumas notícias publicadas recentemente no sítio do Instituto Humanitas Unisinos – IHU

Uma análise de fundo a partir do golpe de Estado na Bolívia

Honduras sofreu o primeiro golpe de Estado de novo tipo na América Latina (junho de 2009) já na execução do Projeto Pontes, no ciclo dos chamados Golpes Constitucionais auxiliados pelo Departamento de Estado dos EUA: Honduras 2009, Paraguai junho 2012 e Brasil abril de 2016. O mais recente golpe de Estado se deu no fechamento desse texto, em novembro de 2019, na Bolívia. O comentário é de Bruno Lima Rocha

A fábula do crescimento

"Queremos continuar a ter um crescimento do PIB sem inflação, acompanhado por um desemprego exorbitante, uma explosão de desigualdades, um aumento da miséria para a maioria de nós e um agravamento de catástrofes ecológicas? Ou estamos prontos para aceitar a inflação se não cortar o poder de compra dos assalariados e se permitir reduzir as emissões, criar empregos "verdes" e nos adaptar mais facilmente ao impacto do aquecimento em ato?", pergunta Gaël Giraud, economista, padre jesuíta e economista-chefe da Agência Francesa de Desenvolvimento.

Bolívia: um levante popular aproveitado pela extrema direita

“A imensa maioria das pessoas que vivem na Bolívia não entrou no jogo de guerra que Morales-García Linera quiseram impor quando renunciaram e lançaram seus partidários na destruição e nos saques (principalmente em La Paz e El Alto), provavelmente para forçar a intervenção militar e, assim, justificar sua denúncia de um “golpe” que nunca existiu. Tampouco entraram no jogo da extrema direita, que age de forma violenta e racista contra os setores populares”, escreve Raúl Zibechi, jornalista e analista político uruguaio.

A encruzilhada da democracia no Brasil

“Os tempos da justiça e o longo caminho que o poder judiciário deverá percorrer para recuperar a credibilidade parecem estar em desacordo com os tempos da política. E, acima de tudo, com a urgência da maior de todas as encruzilhadas, que é desativar a polarização e impedir uma generalização da violência, que conta hoje com todos os ingredientes para uma combustão descontrolada: crise econômica, milícias armadas, militares na arena política, descrédito da justiça, da política e do sistema democrático e uma região em um estado de verdadeira combustão, ainda mais à luz dos mais recentes acontecimentos na vizinha Bolívia”, escreve Federico Neiburg, professor de Antropologia no Museu Nacional do Rio de Janeiro.

Sinodalidade não é apenas uma opção: é o único modo de ser Igreja

“A sinodalidade não é meramente uma opção a ser recuperada, mas, de fato, é o único modo autêntico de ser Igreja”. A opinião é do frei franciscano estadunidense Daniel P. Horan, professor assistente de Teologia Sistemática e Espiritualidade no Catholic Theological Union, em Chicago

Vandana Shiva: “Temos de destruir o mito de que a tecnologia é uma religião que não pode ser questionada”

Cientista e ativista ambiental, fundou a organização não governamental Navdanya, que promove a biodiversidade de sementes, a agricultura biológica e os direitos dos agricultores na Índia. Esteve no Porto para falar de colonização, a nova e a antiga. A reportagem é de Andrea Cunha Freitas, publicada por Público.

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