Edição 512 | 02 Outubro 2017

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“A corrupção número um, feita pelo sistema financeiro, está incólume

“Todas as pessoas — à esquerda, à direita, ao centro ou independente de posição ideológica — querem um limitativo à situação. Em cima dessa expectativa e desejo coletivo, cria-se uma narrativa que, aparentemente, faz o acalanto geral da sociedade, mas, infelizmente, ela é falsa”.

Guilherme Delgado é doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp.
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Construção de políticas públicas efetivas de combate à desigualdade tem que ser a agenda do Brasil

“A concentração de renda entre os mais ricos é, de acordo com os dados tributários, substancialmente maior do que a estimada pelos levantamentos domiciliares, sem que tenha havido tendência de queda nos últimos anos.”

Fábio Castro é graduado e mestre em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica - ITA, e mestre em Economia pela Universidade de Brasília - UnB
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O levante de Junho de 2013 atacou o “hard power” brasileiro

“A Carta do Paloccci confirma que ele está abrindo uma outra fase política da relação do PT com a questão da corrupção, algo que me fez logo pensar ao que aconteceu na Itália, quando as colaborações judiciárias (na esquerda armada) viraram também arrependimentos políticos.”

Giuseppe Cocco é doutor em História Social pela Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) e atualmente é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
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"A Inteligência Artificial pode se transformar em um monstro incontrolável"

“A segunda Revolução Industrial foi a mais importante em termos de acelerar o crescimento econômico com inclusão social e redução das desigualdades, garantindo cerca de 100 anos de acelerado avanço da produtividade do trabalho e do bem-estar global da humanidade.”


José Eustáquio Diniz Alves é doutor em Demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE.
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A inviabilização e o desmonte do SUAS em tempos de aumento da demanda por assistência social

“Se esses cortes progressivos continuarem, o SUAS será inviabilizado, ou seja, o serviço será fechado à população. (...) O que está por trás do discurso da crise é uma nova proposta de assistência social, que seja residual e não estatal, que seja operada pelas entidades e não pelo governo.”

Jucimeri Isolda Silveira é doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade de São Paulo – PUCS. Foi consultora do Ministério de Desenvolvimento Social pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – Pnud.

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