Edição 330 | 24 Mai 2010

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A philía como critério de inteligibilidade da mediação comunitária

“Partindo-se da premissa de um mal-estar propagado pela deterioração das relações sociais, como constante cada vez mais intensa nas sociedades contemporâneas, bem como de um relativismo dos parâmetros ético-sociais e de uma insuficiência dos mecanismos de resolução de conflitos sociais disponíveis”, a advogada Rosa Maria Zaia Borges Abrão revisita a teoria das virtudes de matriz aristotélica para resgatar um conceito que lhe é muito caro - o de philía – traduzido por amizade. Em seguida, a pesquisadora apresenta a amizade como constitutiva da racionalidade prática da mediação comunitária, na medida em que se traduz em uma perspectiva comunitária das relações sociais. A reflexão é desenvolvida na edição 131 dos Cadernos IHU ideias. Rosa Maria é professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS e vice-presidente da Associação Brasileira do Ensino do Direito – ABEDI.

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